“Devir é nunca imitar, nem fazer como, nem se conformar a um modelo, seja de justiça ou de verdade. Não há um termo do qual se parta, nem um ao qual se chegue ou ao qual se deva chegar.” (D,8) Deleuze.
Trata-se de uma pesquisa imagética a cerca do tempo, dos processos de transformação inevitáveis. Sem a preocupação de um ponto de chegada e um ponto de partida, nos damos conta que estamos numa casa flutuante.